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1.02.2015

#Resenha: A Mediadora - A Terra das Sombras de Meg Cabot



“Falar com um fantasma pode ser assustador. Ter a habilidade de se comunicar com todos, então, é de arrepiar qualquer um. A jovem Suzannah seria uma adolescente novaiorquina comum, com seu indefectível casaco de couro, botas de combate e humor cáustico, se não fosse por um pequeno detalhe. Ela conversa com mortos. Todos eles. Qualquer um. Ela é uma mediadora, em termos místicos, uma pessoa cuja missão é ajudar almas penadas a descansar em paz. Um dom nada bem-vindo e que a deixa em apuros com mãe e professores. Como convencê-los da inocência nas travessuras provocadas por assombrações? Essa é a emocionante trama de A mediadora série best seller de Meg Cabot, que ganha nova capa. 

Em A TERRA DAS SOMBRAS, primeiro volume da série, Cabot apresenta a vida desta mediadora divertida, que tem certa ojeriza a prédios antigos — quanto mais velho um edifício maiores as probabilidades de alguém ter morrido dentro dele —, um pai-fantasma nada ausente e uma nova família, que inclui um pai adotivo e três irmãos postiços. A história começa com a mudança de Suzannah para a ensolarada Califórnia e, para seu desespero, uma casa do século passado. Assombrada, claro. Só que por um fantasma bonitão, que nada faz para assustá-la. Muito pelo contrário.

Os problemas de Suzannah, porém, não estão só no lar, mas também na escola. Lá, o espírito de uma garota, que se matou por causa do namorado, ameaça a segurança de todos. Só Suzannah com suas habilidades e poderes especiais pode salvar seus amigos e professores da fúria terrível de uma assombração com grandes poderes...”

A mãe se Suzannah se casou outra vez, agora ela tem que viajar para a California para morar com a sua nova família, abandonando a única amiga que tinha em Nova York.

Mas Suzannah não é uma garota comum, ela é uma mediadora, (pessoas que podem se comunicar com espíritos infelizes). Já na nova casa, ao entrar no novo quarto, Suzannah conhece um espírito chamado Jesse, que logo chama muito a atenção de Suzannah.

Na nova escola ela conhece o Padre Dominic, outro mediador assim como ela, e esta disposto a ensiná-la métodos mais tradicionais de mediação. Ela conhece também Heather, que se suicidou e agora fica assombrando na frente do antigo armário na escola, e agora esse armário pertence a Suzannah, o que faz com que as duas não se deem bem logo de cara. Suzannah também faz amigos, ao contrário do que esperava, Cee Cee e Adam.

Engraçado e cheio de mistérios, assim como o livro Sorte ou Azar, Meg Cabot aborda um tema mais espiritual e cheio de rituais, eu gostei muito desse primeiro volume da saga, eu só acho que é meio sem graça o fato de que um mediador pode TOCAR nos espíritos, acho que a Meg exagerou. Mas ainda sim eu gosto muito do livro e como eu sempre digo: É uma fantasia, tudo é possível. 


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